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POLICIAL: Visão Noturna

 Visão Noturna


A Policia Federal do Brasil recebeu recentemente equipamentos de Visão Noturna, que serão distribuídos entre algumas de suas unidades, incluindo a Delegacias em áreas de Fronteira. As novas tecnologias contemplam sistemas modernos, como o uso do Fósforo Branco (P45), que proporciona mais conforto aos operadores, maior resolução, dentre outros benefícios. O DPF passa a ser uma das poucas unidades no país a operar com essa tecnologia.


 


Nas últimas semanas o Comando de Operações Táticas (COT) também realizou processo de aquisição de equipamentos NVG, já contemplando novas tecnologias, como Fósforo Branco (P45), Auto-Gated, dentre outras opções relevantes.


 


O DPF, em suas várias unidades, é uma das principais referencias do meio Policial em termos de conhecimento e avaliação técnica de equipamentos NVG. Esse tipo de referencia deve ser observado pelas unidades Estaduais, especialmente as que demandam sistemas de alta tecnologia, que atendem as mais variadas demandas operacionais e proporcionem não só segurança aos operadores, como também longa vida útil dos produtos adquiridos.


 


Atualmente os órgãos de Segurança se tornaram mais criteriosos em relação a aquisições de dispositivos de alta tecnologia, o que também inclui equipamentos NVG. Esses, devido ao rígido controle em seus países de origem, bem como no Brasil, onde são controlados pelo Exército (DFPC), envolvem complexos processos de aquisição, que devem ser muito bem desenvolvidos pelo “Usuário Final”.


 


Tendo em vista o alto custo das tecnologias mais atualizadas, bem como a complexidade da aquisição, torna-se fundamental a exigência de equipamentos modernos, eficientes e duráveis. Também uma profunda avaliação referente às aplicações em cenário operacional da unidade que irá utilizá-lo. É importante definir os requisitos técnicos em total conformidade com as demandas operacionais.


 


Um dos principais requisitos a ser observado, devem ser em relação ao Tubo Intensificador a serem utilizadoS No equipamento final, que pode ser do tipo Monocular, Binocular (um ou dois tubos/campos de visão), Miras e outras opções. Atualmente existem diversas opções de Tubos no mercado, principalmente de procedência Americana, Europeia e Russa. Sendo utilizadas, geralmente, as definições de Geração equivalentes a I, II, III, III+ (ITT, L3, Katod, dentre outros), etc. Também nas definições Europeias (Photonis), como XD-4 e XR-5, que possuem diversas variações.


 


Contudo, pode ser um erro definir os requisitos técnicos unicamente pela “Geração”, pois requisitos como Resolução, SNR e FOM devem sempre ser exigidos. Preferencialmente em suas mais altas variações disponíveis. Ainda existem diversos outros requisitos técnicos que devem ser observados e exigidos, definidos em cada projeto específico.


 


Outro ponto importante a ser avaliado deve ser em relação às possíveis restrições nos países de origem, até mesmo no Brasil. Portanto, antes de avançar, uma ampla consulta deverá ser realizada, em termos técnicos e estratégicos.


 


Atualmente existem diversos fabricantes e fornecedores especializados na área, que, em sua maioria, podem atender aos mais altos requisitos exigidos pelos usuários.




*No Brasil esses dispositivos são controlados e fornecidos apenas para órgãos públicos com atribuições para essa finalidade.


*Para aplicações Militares e Policiais (Governamental), indica-se o uso de sistemas equivalentes ou superiores a Geração III ou as versões XR-5 e XD-4.